Making of – David Kauan

David Kauan é um jovem artista sob acessória da promotora da Nasci para cantar que me encarregou de realizar o teledisco para a faixa “Não é pecado amar”.

O enredo do vídeo será simplista devido aos recursos orçamentais disponíveis pela promotora contudo comprometo-me ao habitual crescendo no padrão qualitativo sempre que trabalho para e com alguém. Dei inicio à etapa de pós-produção e edição e as expectativas são boas.

Glidetrack

O “Glidetrack” é uma das muitas marcas que comercializa réguas ou sistemas de carris para vídeo.

Um dos primeiros vídeos que fiz com recurso a uma foi rodado em “cima do joelho”. Sem recurso a uma cabeça no tripé e com a câmara simplesmente pousada em cima do “vagão” condicionaram imenso a estabilidade das imagens captadas. Era praticamente impossível evitar os “deslizes” e alguma da trepidação causada pela força exercida no inicio ou fim do percurso no carril. A pouca robustez do tripé também teve culpa no cartório. Contudo, e depois de algumas horas consumidas, ainda foi possível corrigir e muito os problemas de estabilização em pós-produção no After Effects. Eis aqui o resultado:

As cenas que podem assistir no vídeo foram iluminadas com um Walimex LED Ring Light.

Actualmente e com um pouco de dinheiro corrigi as deficiências que tinha constatado. Uma nova cabeça entre o tripé e a régua e uma outra cabeça entre o “vagão” e a câmara. Já não mais é preciso fazer correcção em pós produção.

100 Palavras

Em meados do ano 2000 gravei muitas maquetas e remisturei outras tantas. Quase todas as maquetas que gravei foram ao longo dos anos remisturadas, revisitadas, versionadas e recicladas. “100 Palavras”, o trocadilho óbvio com “sem palavras” foi gravada num multipista Roland VS-1680 e depressa ocupei as 16 pistas que tinha disponíveis. Mais vozes, mais instrumentos, mais lixo e porcaria que fizeram com que a faixa ficasse “over produced”. Eis aqui o estrago:

100 Palavras (versão maqueta original)
Música e letra: Paulo Brandão

100 Palavras (versão remisturada no estilo nu-rnb)
Música e letra: Paulo Brandão

Colorir o jardim que há em ti

Colorir o jardim que há em ti
Música e letra original de Paulo Brandão. Autor nº20133
Última revisão: 2 de Setembro de 2003

Abre as portas ao teu destino
E deixa-me traçar um novo caminho
Acolhe com teus braços à mudança
E olha o mundo com os olhos de uma criança

Colorir e colorir o jardim que há em ti está na hora de florir
Vou rimar e pintar as pétalas das cores e sabores que pairam no ar
Vou sentit a fluir o amor que nasce em ti e começo a descobrir
E no fim vou colher das árvores os sonhos em frutos a crescer

Que o mais apetecido desejo
Seja em cada dia doce como um beijo
Vou ser o Big-Bang do teu universo
Vou pintar de azul todos (os) mundos e inventar um novo terço

Colorir e colorir o jardim que há em ti está na hora de florir
Vou rimar e pintar as pétalas das cores e sabores que pairam no ar
Vou sentir a fluir o amor que nasce em ti e começo a descobrir
E no fim vou colher das árvores os sonhos em frutos a crescer

E no dia em que eu deixar de respirar
Viro semente no teu jardim
Vou florescer mais alto que as nuvens e levar-te até mim

Colorir e colorir o jardim que há em ti está na hora de florir
Vou rimar e pintar as pétalas das cores e sabores que pairam no ar
Vou sentir a fluir o amor que nasce em ti e começo a descobrir
E no fim vou colher das árvores os sonhos em frutos a crescer

Colorir o jardim que há em ti (versão remisturada em estilo nu-funk)


Gravado no meu primitivo estúdio caseiro algures entre 1999 a 2001 num multipistas Roland VS-880 em apenas oito pistas. Todos os instrumentos foram sequenciados no Roland XP-80 que ainda se encarregava de disparar as samples em tempo real num pc a correr o antiguinho Viena Soundfont Studio com apenas dois megabytes de memória disponível. 2 pistas para os drums, 2 para os sintetizadores, 1 para a guitarra, 1 para o lead vocal e as 2 últimas restantes para os background vocals.
Proponho a escuta da primitiva versão remisturada em estilo nu-funk, com menos harmonia, ainda sem bridge e os retoques na letra que acima podem ler.

Proíbam o falso Kuduro!

Proíbam o José Malhoa com o “Morena Kuduro”. Proíbam o Emanuel com o “Ritmo do amor”. Proíbam o Nel Monteiro com “Kuduro é que é bom”. Proíbam o Lucenzo com “Vem dançar kuduro”… Sim, o Lucenzo.

O culpado foi o Lucenzo que misturou um ritmo DANCE HALL com a sequência mais pegadiça dos intervalos de 4 acordes. Para baralhar mais o público chamou-lhe “Vem dançar Kuduro” e daí a confusão instaurada.

O estilo musical dito “Kuduro” é “áspero”, “electrónico”, “minimalista”, “progressivo”… O verdadeiro Kuduro não se socorre de clichés harmónicos e tampouco de linhas de baixo mainstream… Tomem aqui alguns apontamentos meus senhores.

Francamente não consigo tragar a moda que agora se instaurou de chamar kuduro a tudo e mais qualquer coisa só porque de facto o ritmo é contagiante. Perturbante são as músicas que agora crescem como cogumelos com a palavra “kuduro” no título.

É uma pena que as nossas televisões nos enfiem basura pelos olhos a dentro. Não me canso de dizer ao SP (Pedro A. Sousa) que muita coisa poderia ser feita. Makongo, um projecto de Kuduro nacional caiu no esquecimento por falta de promoção. Nos meus arquivos encontrei uma left-over que gravamos há já mais de 2 anos para um dos maiores e melhores DJ’s angolanos, o DJ Malvado, produtor que assina a faixa “DonQ”.

P.S.: Convém fazer aqui uma chamada de atenção aos promotores da demagogia. É óbvio que não posso proibir nada… tampouco tenho autoridade para coisa nenhuma fora do que é meu e no que vai na cabeça das pessoas. Isto é apenas um artigo de opinião e vale o que vale.

Kobra (curta-metragem)

A curta-metragem intitulada de “Kobra – Fúria minhota” foi realizada no âmbito de um vídeo pré-nupcial em que o tema era o cinema.

Rodado com a JVC GY-HM100 e a Canon 550D com as objectivas Canon EF 50mm f1.8, Canon EF 28mm f2.8 e a Canon EF 17-55mm f3.5/5.6.
Video protegido com palavra-passe por razões de privacidade e reserva dos participantes.
Em teoria só o leque de pessoas presentes no evento social a que foram convidados a assistir a estreia deste vídeo poderão conhecer a palavra-passe.
A palavra-passe escolhida é o nome da empresa para quem realizei este vídeo, ou seja, o fotografo.

Mar de paixão (Liliane e Nuno)

“Mar de paixão” é título sugestivo de uma curta-metragem realizada para os noivos Liliane e Nuno.

Realizado no âmbito de um vídeo pré-nupcial e por razões de privacidade e reserva dos participantes está protegido com palavra-passe.

Em teoria só o leque de pessoas presentes no evento social a que foram convidados a assistir a estreia deste vídeo poderão conhecer a palavra-passe.


Dica: A palavra-passe escolhida é o nome da empresa para quem realizei este vídeo, ou seja, o fotografo.